Sobre
Questionar e ser crítico te leva a entender por completo suas verdadeiras necessidades e condições.
Essa frase não é um slogan — é o jeito como eu trabalho desde sempre.
Comecei cedo. Antes dos 18 anos já estava no mercado, passando por negócios da família e aprendendo na prática o que nenhuma faculdade ensina: como funciona, e como aperta, o dia a dia de quem empreende. Essa vivência não ficou no passado — ela ainda é parte de como eu enxergo cada projeto.
Por quase uma década, atuei na área jurídica — parte desse tempo dentro de uma grande empresa, onde o jurídico foi só a porta de entrada. Ao longo dos anos, fui me aproximando da gestão: participei de projetos, trabalhei próximo ao financeiro, ao RH, à contabilidade. Conheci o mundo corporativo por dentro, com suas métricas, pressões e decisões. Foi nesse ambiente que surgiu a necessidade de entender indicadores, montar apresentações, construir dashboards — não como curiosidade, mas como resposta a um problema real.
Descobri que o que me movia não era o processo jurídico em si. Era a visão analítica — olhar um departamento ou um projeto e entender o que os números diziam por baixo da superfície. A partir daí, a transição para a área de dados foi natural.
Comecei com projetos mais simples, fui ganhando complexidade, e cada novo desafio trouxe uma necessidade nova: automação, integração de sistemas, banco de dados. Nos últimos tempos, abri mais uma frente — criação de sites e plataformas — porque entendi que muitos negócios precisam primeiro existir bem no digital antes de qualquer análise.
Hoje, o que ofereço não é uma ferramenta — é uma forma de olhar. Analítica, crítica, e sempre orientada ao que o negócio de verdade precisa.
